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Julgamento do caso Ariana acontece hoje a tarde

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Julgamento do caso Ariana acontece hoje a tarde
O principal suspeito é o ex-namorado da garota que está recolhido no Presídio Regional de Blumena …

JMV

Foto: Arquivo JMV

TIMBÓ – Acontece hoje, dia 30 de novembro, a partir das 14 horas, a primeira audiência de instrução e julgamento do caso da morte de Ariana Donato Arndt, de 16 anos, na Vara Criminal. O principal suspeito do caso, que encontra-se recolhido no Presídio Regional de Blumenau, é o ex-namorado da vítima, Jhony Karsten, de 23 anos.
Nesta etapa, serão ouvidas em torno de 20 pessoas. Por se tratar de um caso de homicídio, são raras as oportunidades em que o juiz determina a pena nesta primeira parte do processo. Jhony Karsten responde pelo crime de homicídio qualificado, que tem pena entre 12 a 30 anos. Caso o juiz decida, ele pode ir a júri popular.
Neste mês de novembro a mãe da vítima, Yara Donato Arndt, foi atropelada e estava internada em um hospital de Blumenau. Por tanto, durante o julgamento será informado se o estado de saúde que ela se encontra, irá permitir ou não, a sua participação na audiência. 
Conforme o advogado de Karsten, Jeremias Felzky, serão ouvidos sete informantes, que são aquelas pessoas que não tem o compromisso de falar a verdade e também sete testemunhas, essas que possuem o compromisso na forma da lei de dizer a verdade. Dessas pessoas o Ministério Público irá decidir quantas vai querer ouvir, Jhony também será ouvido nesta etapa.
Para o Ministério Público, o ex-namorado da vítima é o principal suspeito de matar Ariana, que desapareceu no dia 22 de junho e 25 dias depois (17 de julho) foi encontrada morta no Rio Benedito, próximo a represa da Thapyoka, no Centro de Timbó. Após dispensarem o advogado Reny Becker Filho, que defendia Karsten, desde antes da sua prisão, a família contratou o advogado de Blumenau, Jeremias Felsky.
O advogado de Jhony destaca que, seu cliente afirma não ter  participação alguma na morte da jovem. “Na minha visão não existe qualquer prova que conduza para que o acusado tenha alguma participação direta ou indireta na morte de Ariana”, afirma Felsky.
O advogado diz ainda que não foi visto alguém matando a menina e jogando o corpo no rio. “Não há nenhuma pessoa que viu o fato acontecer”, acrescenta. Ele acredita que as pessoas apenas podem dizer o que pensam e isso é muito pobre para condenar um ser humano.
“Acredito que ele poderia estar respondendo este processo em liberdade, ele não oferece nenhum risco à sociedade, é uma pessoa completamente normal”, finaliza o advogado de Karsten.
 

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