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Companhia sueca de circo encanta moradores do Vale

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Companhia sueca de circo encanta moradores do Vale
Pomerode e Blumenau foram os únicos municípios do Vale a receberem os integrantes do Cirkus Cirkö …

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

Foto: PMP

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV
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POMERODE – Dois municípios do Médio Vale do Itajaí viveram na semana passada um momento ímpar para a cultura. Pomerode e Blumenau receberam, pela primeira vez no Brasil, os integrantes da companhia sueca de circo contemporâneo Cirkus Cirkör. A companhia internacional, após ganhar notoriedade pelo mundo, veio conquistar adeptos no Vale do Itajaí, com a apresentação do espetáculo, Wear it like a crown, nos palcos do Teatro Carlos Gomes de Blumenau e do Teatro Municipal de Pomerode.
Segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pomerode, a companhia de circo sueco do Cirkus Cirkör encerrou sua turnê pelo Vale do Itajaí no domingo, dia 16 de junho, com a apresentação no Teatro Municipal de Pomerode.
O espetáculo, Wear it like a crown, foi assistido por mais de 260 pessoas, que compareceram no Teatro Municipal. Ao todo, contabilizando os três espetáculos realizados em Blumenau e Pomerode, o número de espectadores chegou a aproximadamente mil pessoas.
 De acordo com informações da diretora Tilde Björfors, o espetáculo contempla uma dramatização com acrobacias, malabarismos e diferentes performances em um palco giratório, onde os artistas movem-se através de um mundo de ilusões e claro, bom humor em alguns momentos. Seis personagens estranhos se apresentaram, hora em grupo, hora solitários no placo onde lutam contra seus próprios dilemas, mostrando seus medos, fracassos e muita habilidade na arte circense.
 Cada personagem tem a sua própria maneira de tentar atingir os outros, ou de mostrar superioridade com bolas de pingue pongue, ventosas, facas, balões, motosserras entre outros objetos. Tilde destaca que o público viu uma apresentação onde cada artista em seu personagem examina as grandes questões da vida em relação ao mundo do circo, tentando compreender “a ordem caótica do hemisfério cerebral direito”. Nesta performance trágica, cômica, que explora o caos e a ordem, a transformação de riscos em oportunidades, o público presente pode alem de rir, apreciar dança, malabares, equilibrismo e se emocionar.
 Após contagiar o público do Vale com acrobacias e malabarismos em sua apresentação inédita em solo brasileiro, os artistas seguem com turnê pelo Estado de Santa Catarina, com apresentações em Chapecó, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, entre outras cidades. O próximo município a receber o espetáculo, será a cidade de Itá, no Oeste catarinense.
O nome da companhia é uma brincadeira com as palavras “Circo” (Cirkus) e “Coração” (Cirkör).  O grupo teve início em 1995, quando a diretora Björfors Tilde e alguns artistas foram para Paris e se apaixonaram com possibilidades que o circo contemporâneo oferecia. Esta escola circense iniciada no final da década de 70 tem como características inovadoras a adição de técnicas do circo em conjunto com elementos teatrais. Seu conteúdo prossegue uma sequência lógica, contemplando dramatização, acrobacias, malabarismos e diferentes performances.
A companhia contemporânea sueca Cirkus Cirkör já se apresentou para mais de 1,2 milhão de pessoas ao redor do mundo e se estabeleceu na Suécia como forma de arte. Além de cativar as crianças de todas idades a aprenderam estas técnicas, o Cirkus Cirkör mantém um programa educacional na Suécia, com subsídios do Conselho de Artes Sueco.
 

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