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Direção do Oase trabalha na busca da sustentabilidade

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Direção do Oase trabalha na busca da sustentabilidade
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CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

Foto: ARQUIVO

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV
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TIMBÓ – “O Hospital e Maternidade Oase está passando por um excelente momento, pois as portas da entidade foram abertas para receber a comunidade local e regional, além da realização de ações que coloca os profissionais do Hospital mais perto dos seus usuários”. Com esta frase, o diretor do Grupo CoperVida, empresa que desde 2011 administra o Hospital Oase, Richard Choseki, avalia a atual situação da entidade que quando eles assumiram em 2011 estava correndo o risco de ter suas portas fechadas. “Da história que a gente encontrou o Hospital para hoje posso afirmar que realmente o Hospital deu um grande salto”, destaca Choseki.
Mas, segundo Choseki, o trabalho do Grupo CoperVida não é de apenas manter o Hospital de portas abertas, ao contrário, a equipe de profissionais do Grupo Gestor juntamente com os integrantes do Conselho Diretor estão trabalhando no Plano de Ações que visa transformar o Hospital e Maternidade Oase em uma entidade que atenderá situações de Alta Complexidade com a implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulta e uma Neonatal.
O diretor do Grupo explica que o plano envolve diversos parceiros que vão desde os prefeitos e vereadores dos municípios atendidos pelo Hospital, governo Estadual através da Secretaria da Saúde, integrantes da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), deputados, Governo Federal através do Ministério da Saúde, empresários e a comunidade local e regional. “Juntos somos um, superamos barreiras e conseguimos o improvável”, afirma ele.
De acordo com Choseki, o Plano de Ações prevê metas que visam construções, readequações, aquisições de novos e modernos equipamentos, que vão transformar em 2018 o Hospital e Maternidade Oase em uma entidade de Saúde completa para atender a comunidade local e regional em todos os sentidos. “Precisamos deixar claro para a comunidade local e regional que quando assumimos o Hospital não era só para mantê-lo aberto, mas para criar na região uma entidade sustentável e para tanto estamos desenvolvendo um projeto de ações que vai até 2018, sendo que os primeiros passos foram dados em 2011”, observa o diretor ao observar que primeiro trabalhou-se para arrumar a casa e continuar atendendo a população, agora está se trabalhando na reestruturação de diversos setores para que possam ser a porta de entrada que nos levará a buscar a sustentabilidade do Hospital.
Conforme o gestor, após ter conseguido trazer para o Hospital o Pronto Socorro que é a porta de entrada de urgência e emergência agora, em 2013 está sendo possível classificar a entidade de Saúde como Hospital Geral que já faz parte da rede de urgência e emergência federal. “Mas ainda para este ano temos muitas metas a cumprir, entre elas a construção de mais leitos, para que o Hospital possa oferecer no mínimo 100 leitos, sendo que para estas obras temos parte do valor disponível através de emenda parlamentar”, informa ele ao comentar que também teve início a construção para a implantação da Agência Transfusional, que é uma necessidade urgente para a entidade, com o objetivo de salvar vidas. “A Agência Transfusional deverá iniciar os trabalhos em janeiro de 2014 e já temos a parceria dos prefeitos vizinhos que vão ajudar a arcar com a despesa de manutenção da equipe de profissionais que vão estar 24 horas atuando na Agência”, relata o diretor ao informar que uma das metas do Plano de Ações é a construção do Centro Cirúrgico, que vai respeitar um determinado fluxo e que quando tiver tudo implantado e funcionando possibilitará que o Hospital venha a receber uma verba do Ministério da Saúde no valor de R$ 100 mil por mês para custeio. “Com a entrada destes valores, em 2014 poderemos dar sequência as demais ações planejadas para 2015/2016 que será a implantação das duas unidades de Terapia Intensiva (Adulta e Neonatal) e a classificação de Hospital de Alta Complexidade”, explica o gestor ao frisar que hoje o Hospital Oase não recebe nenhum centavo do Governo Federal, exceto os pagamentos da Tabela SUS. “Sendo que quando tivermos algumas das ações propostas implantadas como o reconhecimento através de Portaria do Ministério da Saúde como Hospital de Alta Complexidade os valores pagos pelos serviços SUS serão melhorados, até mesmo podem ser triplicados, mas precisamos conseguir atender as metas pré-determinadas e propostas”, frisa ele.
O gestor ainda informa que atualmente o Hospital trabalha com mais de 40 médicos que atendem as mais diversas especialidades e atualmente são realizadas uma média mês de 200 cirurgias. Ele também adianta que seguido o Plano de Ações haverá uma gama maior de ofertas de tipos de exames que poderão vir a serem oferecidos pelo Hospital e Maternidade Oase, mas tudo precisa de tempo, recursos e seguir um planejamento que vai desde a aprovação de projetos, liberações de valores e de portarias, construções e profissionalização. “Assumimos a missão de transformar o Hospital Oase naquilo que nós, a comunidade local e regional, precisa na área da Saúde”, destaca Choseki.
 

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