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Núcleo dos Panificadores realiza a doação de mais de mil pães

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Núcleo dos Panificadores realiza a doação de mais de mil pães
Três entidades sociais de Timbó receberam as doações que foram feitas para marcar o Dia Mundial …

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

Foto: CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

 CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

 
TIMBÓ – No dia 16 de outubro, comemora-se o Dia Mundial do Pão. Para marcar a data, as seis panificadoras integrantes do Núcleo dos Panificadores da Acimvi, de Timbó, realizaram a doação de mais de mil pães em três importantes instituições sociais do município: Hospital e Maternidade Oase, Ancionato e Apae. 
Segundo informações da consultora responsável, Mirone Lenzi da Silveira, os panificadores definiram por uma ação social para marcar à data, em vez de cada empresa realizar uma atividade isolada.  “O pão é um dos alimentos mais antigos e apreciados do mundo. Para muitos, um bom café da manhã deve ter sucos, frutas, leite, mas não é café da manhã se faltar o pão. De tão importante, o alimento ganhou um dia só para ele: 16 de outubro, quando comemora-se o Dia Mundial do Pão”, destaca ela.
Segundo Mirone a data foi instituída em 2000, em Nova York, pela União dos Padeiros e Confeiteiros. “Apesar da grande variedade disponível atualmente, a essência de sua receita permanece a mesa: uma combinação de farinha, água, sal e fermento que, ao longo do tempo, foi enriquecida com grãos, temperos, embutidos, carnes, queijos, legumes, verduras, cremes, chocolate e frutas”, observa a consultora ao observar que no Brasil, os pioneiros na atividade de panificação foram os imigrantes italianos e as primeiras indústrias do segmento surgiram em Minas Gerais, passando rapidamente para os grandes centros. “Hoje, a paixão pelo pão faz com que cada brasileiro consuma por ano, 33,5 quilos, mas, mesmo com toda essa disposição, o apetite dos brasileiros ainda é menor do que dos chilenos, argentinos e uruguaios”, informa.
A consultora explica que o Núcleo dos Panificadores da Acimvi nasceu com o objetivo de mostrar à população que a qualidade e a tradição dos produtos preparados pelas panificadoras são insubstituíveis. “Atualmente são seis empresas associadas que promovem reuniões quinzenais, incentivando a competitividade seguindo os princípios do associativismo, razão pela qual o Núcleo optou por essa ação conjunta”, destaca Mirone.
As entidades que receberam os alimentos ficaram agradecidas. No Hospital e Maternidade Oase a diretora do Instituto Vida e gestora do Hospital, Grasielen Choseki, afirmou que ações como esta mostra o quanto à comunidade timboense gosta e valoriza o Hospital, pois na maioria das ações realizadas pelas entidades, escolas e empresas, o Hospital sempre é lembrado. “O pão é um dos alimentos que faz parte do cardápio básico, tanto dos pacientes, como dos funcionários e nós do Hospital Oase só temos a agradecer a doação deste tão importante alimento”, afirmou ela ao afirmar que o pão é presença diária na mesa dos brasileiros. Doce, salgado, com ou sem recheio o pão é quase uma unanimidade mundial.
 
Curiosidades
A Organização Mundial da Saúde recomenda que as pessoas comam 50 quilos de pão em um ano. O país que mais come pão é Marrocos, sendo que em média cada marroquino come 100 quilos de pão por ano. O país que mais se aproxima do ideal é o Uruguai, comendo em média 55 quilos por ano (por pessoa).
No Brasil, o pão começou a ser popular no século 19, apesar de ser conhecido desde os colonizadores. Os pães feitos no Brasil eram escuros, enquanto na França o pão era de miolo branco e casca dourada. O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães franceses, pois a receita do pão francês no Brasil só surgiu no início do século 20 e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.
Ao longo da história, a posição social de uma pessoa podia ser discernida pela cor do pão que ela consumia. Pão escuro representava baixa posição social, enquanto pão branco, alta posição social. É porque o processo de refino da farinha branca era muito mais caro. Atualmente, ocorre o contrário: os pães escuros são mais caros e, por vezes, mais apreciados por causa de seu valor nutritivo.
Para os judeus, o fermento simboliza a corrupção. Por isso, eles só ofereciam a Deus pães ázimos, sem fermento. Até hoje, esse é o pão que eles comem na Páscoa, época em que é proibido consumir qualquer alimento fermentado.
 

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