A Defesa Civil de Santa Catarina prepara um novo simulado estadual de gestão de desastres, previsto para o dia 1º de março, com a participação dos 295 municípios de Santa Catarina.
A mobilização foi anunciada pelo secretário estadual da Defesa Civil, Mário Hildebrandt, e será a primeira edição do simulado com adesão total das cidades catarinenses.
Objetivo é testar resposta a enchentes e deslizamentos
O simulado tem como principal objetivo avaliar e aprimorar os protocolos de resposta a situações de risco, especialmente relacionadas a:
- enchentes,
- enxurradas,
- deslizamentos de terra.
Esses eventos são recorrentes em diferentes regiões do estado e exigem atuação rápida e integrada dos órgãos públicos.
A proposta é testar, em cenários controlados, a atuação conjunta das equipes municipais e estaduais.
Áreas que serão avaliadas durante o exercício
Durante o simulado estadual, serão analisados pontos estratégicos da resposta a desastres, como:
- logística de atendimento à população;
- comunicação entre os órgãos envolvidos;
- funcionamento de abrigos temporários;
- distribuição de mantimentos;
- oferta de suporte psicossocial às pessoas afetadas.
A avaliação permitirá identificar gargalos e aperfeiçoar os fluxos operacionais utilizados em situações reais.
Participação é requisito para acesso a equipamentos
De acordo com o secretário Mário Hildebrandt, a participação das prefeituras no exercício é condição para o recebimento de kits de prevenção e resposta a desastres disponibilizados pelo Governo do Estado.
Os kits incluem:
- equipamentos tecnológicos;
- veículos;
- materiais destinados ao fortalecimento das coordenadorias municipais de Defesa Civil.
O objetivo é ampliar a capacidade de resposta dos municípios diante de ocorrências climáticas e geológicas.
Fortalecimento da gestão de riscos no estado
A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de fortalecimento da gestão de riscos em Santa Catarina, que vem investindo na modernização de sistemas de monitoramento, alerta e comunicação.
A expectativa do governo estadual é que o simulado ajude a identificar fragilidades operacionais, padronizar procedimentos e elevar o nível de preparação das cidades, especialmente antes do período mais crítico de chuvas intensas.






