Entre escuta, acolhimento e partilha, a inclusão encontrou espaço para florescer em Timbó. A roda de conversa sobre autismo em Timbó, com o tema “Compreender para Incluir”, marcou a noite do dia 17 de abril como um momento de aprendizado coletivo e sensibilidade.
As informações partem da organização do encontro, idealizado por três mães que, movidas pelo amor e pela experiência, decidiram transformar suas vivências em ação. Realizada na Paróquia Santa Terezinha, a iniciativa reuniu mães, pais, crianças, educadores do município, profissionais da educação especial e especialistas como neuropsicólogas, terapeutas ocupacionais e nutricionistas, além de representantes do poder público, entre eles o vice-prefeito Rangel Bonatti.
Um encontro de escuta e transformação
A noite foi marcada pela participação ativa de todos. Mais do que ouvir, cada pessoa presente teve a oportunidade de compartilhar experiências, dúvidas e aprendizados. Atividades dinâmicas conduziram o encontro, criando um ambiente leve e acolhedor, onde o conhecimento se construiu de forma coletiva.
O café especial servido ao final simbolizou a essência do evento: reunir pessoas, aproximar histórias e fortalecer vínculos. Um gesto simples, mas carregado de significado — assim como a proposta de compreender para incluir.
Inclusão que nasce do conhecimento
Durante o encontro, foram abordados temas essenciais sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), como o respeito à individualidade, a importância do acolhimento e o papel da sociedade na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo.
A iniciativa reforça que incluir vai além de adaptar espaços. É reconhecer o outro, valorizar suas particularidades e garantir que cada pessoa se sinta pertencente.
Um movimento que começa e se multiplica
A primeira roda de conversa sobre autismo em Timbó representa o início de um movimento maior. As organizadoras já planejam novas ações, ampliando o diálogo e fortalecendo a rede de apoio na comunidade.
No mês dedicado à conscientização sobre o autismo, o encontro deixou uma mensagem clara: a inclusão começa na informação, cresce no respeito e se fortalece no amor.
Em cada palavra compartilhada, em cada olhar atento, nasce a possibilidade de um mundo mais acolhedor — onde as diferenças não afastam, mas aproximam.



