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Procon monitora preços e qualidade dos combustíveis em Timbó

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O mercado de combustíveis iniciou o ano de 2026 sob rigoroso monitoramento dos órgãos de defesa do consumidor, refletindo diretamente na transparência dos preços e na proteção dos direitos dos motoristas. Em Timbó, o Procon municipal realizou levantamento oficial entre os dias 16 e 20 de fevereiro, identificando variações moderadas nos valores e mantendo a média local abaixo dos índices praticados em Santa Catarina.

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De acordo com os dados apurados, a gasolina comum apresentou preços entre R$ 6,35 e R$ 6,49 por litro, enquanto a gasolina aditivada variou de R$ 6,37 a R$ 6,49. Já o diesel S10, combustível essencial para o transporte de cargas e o setor produtivo, registrou valores entre R$ 5,71 e R$ 5,99. O diesel S500 foi comercializado entre R$ 5,77 e R$ 5,99 nos estabelecimentos que revendem o produto. O etanol, alternativa economicamente viável em determinados cenários, apresentou preços entre R$ 4,68 e R$ 4,89 por litro.


Sob a perspectiva econômica, a estabilidade observada neste início de ano contribui para reduzir pressões inflacionárias indiretas, especialmente nos setores logístico, industrial e agrícola, que dependem diretamente do custo dos combustíveis. A manutenção de preços competitivos também favorece o poder de compra da população e auxilia na previsibilidade das despesas operacionais de empresas e trabalhadores autônomos.


Do ponto de vista jurídico, o monitoramento contínuo realizado pelo Procon está fundamentado no Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), que assegura o direito à informação adequada e clara sobre produtos e serviços, incluindo preços, qualidade e eventuais riscos. Além da verificação de valores, o órgão também fiscaliza a qualidade dos combustíveis, sendo facultado a qualquer consumidor solicitar, no próprio posto, o teste de verificação da gasolina, garantindo maior segurança e confiabilidade no abastecimento.


A atuação preventiva do Procon reforça o princípio da transparência nas relações de consumo e contribui para coibir práticas abusivas, como variações injustificadas de preços ou comercialização de combustível fora dos padrões técnicos estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


Diante desse cenário, a recomendação formal é que o consumidor pesquise os preços antes de abastecer e, em caso de suspeita de irregularidade, formalize denúncia junto ao Procon, assegurando o pleno exercício de seus direitos e contribuindo para a manutenção da legalidade e do equilíbrio econômico no mercado local de combustíveis.

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