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A alegria e o bem-estar gerados através da dança

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A alegria e o bem-estar gerados através da dança
Dançar deixou de ser uma atividade exclusivamente voltada para competições e ganha cada vez mais …

ALINE CHRISTINA BREHMER/ESTAGIÁRIA/JMV

Foto: FOTO/DIVULGAÇÃO

 TIMBÓ – Nessa semana foi comemorado o Dia Internacional da Dança, criado em 1982 pelo Comitê Internacional de Dança (Cid) da Unesco, e comemorado das mais diversas formas e expressões ao redor do mundo. A conhecida e apaixonante atividade têm como princípios desenvolver a segurança, diversão e conforto aos seus participantes. Segundo a coreógrafa, dançarina e proprietária de um salão de dança de Timbó, Andreia Mendes, ao dançar é possível experimentar sensações únicas. “Além dos benefícios estéticos, a atividade promove doses de relaxamento e descontração, trazendo exercícios que não se encontra em nenhum outro esporte”, garante Andreia, e acrescenta que se envolver com a música é algo que acaba associando o movimento e expressão corporal, trazendo a sensação de bem-estar.

Com o passar dos anos, além de ser utilizada em competições dos mais diversos estilos, como tango, dança de salão, balé, a atividade começou a ser desenvolvida em grupos de pessoas acima dos 30 anos, visando a interatividade e os benefícios trazidos pela atividade física. “Normalmente os grupos são separados por faixa estaria e nível de conhecimento dentro da dança, mas possuem outro foco. Não são vistos como competição, mas sim como um hobby que procura tirar a pessoa de sua rotina e lhe trazer satisfação e conforto físico”, explica Andreia. Nesses grupos são desenvolvidos todos os tipos de dança, que ela intitula como “Aula de Ritmos”.
 A coreógrafa começou a desenvolver essas aulas há dois anos, e a procura de interessados é satisfatória. “Mulheres vão comentando sobre as aulas e trazendo amigas para participar. Em pouco tempo, percebemos que estamos com novas alunas em nosso meio”, acrescenta ela. Outra equipe de dança que iniciou nesse ano e vem trazendo grande satisfação à Andreia é um grupo voltado para a terceira idade. “Não há idade para pôr o corpo e a mente em movimento, além disso, é possível ainda aumentar seu círculo de amizades, pois todos acabam se envolvendo e se tornando uma família da dança”, enfatiza.
Na maioria, os grupos são compostos por mulheres, mas, a participação dos homens, embora que de pouco em pouco, começa a aumentar. “Posso dizer que temos dois homens para cada conjunto de dança. No grupo da terceira idade contamos com a presença de um. Espero que essa procura aumente. Acredito que os homens se sentem um pouco inibidos, mas não há idade para desenvolver atividades que tragam satisfação física e psicológica”, explica a professora. Na opinião dela, o resultado dos benefícios é visível. “Mesmo em um dia ruim, é só chegar e ver os amigos, ouvir a música e começar a se mexer para entrar na adrenalina e alterar o estado de espírito, gerando um coração mais sadio e o amor e a alegria à flor da pele”, finaliza.
 

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