Entre acordes delicados, aroma de café recém-passado e o silêncio atento de quem se deixa envolver pela música, o Museu da Música de Timbó abre novamente suas portas para mais uma manhã de cultura e sensibilidade. Neste domingo, o tradicional Café Musical no Museu da Música promete transformar o espaço em um encontro entre arte, convivência e memória sonora.
A edição especial recebe a Camerata de Violões da FURB, em uma apresentação que integra a programação da 24ª Semana Nacional dos Museus — iniciativa que valoriza os museus como espaços de preservação cultural, educação e conexão entre pessoas e histórias.
Música de câmara em um espaço de memória
O evento é gratuito e convida a comunidade para viver uma experiência acolhedora em um dos espaços culturais mais importantes de Timbó.
A programação inicia às 9h30 com um café da manhã de boas-vindas, criando um ambiente de encontro e contemplação. Logo depois, às 10h, a Camerata de Violões da FURB sobe ao palco para apresentar um repertório de música de câmara com obras de diferentes períodos históricos e estilos musicais.
Em meio ao ambiente histórico do museu, cada melodia ganha ainda mais significado, aproximando o público da arte e da riqueza sonora dos instrumentos de corda.
Formação artística e valorização cultural
A Camerata de Violões da FURB é formada pelos músicos Arthur Schneider Raulino, Guilherme Eduardo Knaesel, Mateus Treiss Cunha e Igor Rechenberg Bugmann, sob coordenação de Renato Mór.
O grupo integra um projeto de extensão universitária da FURB e atua desde 2001 em apresentações culturais e acadêmicas em Blumenau e em diferentes cidades de Santa Catarina.
Além de difundir a música de câmara, a iniciativa fortalece a relação entre universidade e comunidade, proporcionando vivência prática e desenvolvimento artístico aos músicos participantes.
Um convite para sentir a música
Mais do que um concerto, o Café Musical se consolida como um momento de pausa, encontro e apreciação cultural em meio à rotina.
Entre notas suaves e histórias que ecoam pelas paredes do museu, o público é convidado a viver uma manhã onde a música deixa de ser apenas som — e se transforma em memória, emoção e pertencimento.




