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Educação informa mudanças para 2016

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Educação informa mudanças para 2016
Dentro de dois anos, crianças entre quatro e seis anos devem estar obrigatoriamente matriculadas na …

ALINE CHRISTINA BREHMER/ESTAGIÁRIA/JMV


TIMBÓ – Tendo como proposta principal a inclusão de mais crianças no ensino, o Ministério da Educação (MEC) informou que, a partir de 2016, crianças entre quatro e seis anos devem estar obrigatoriamente matriculadas na Educação Infantil. Segundo o secretário da Educação de Timbó, Sergi Mengarda, o período deve ser de, no mínimo quatro horas diárias e frequência de 60%. “Atualmente cerca de 760 crianças frequentam a unidade pré-escolar e nós conseguimos atender essa demanda de forma tranquila. Grande parte das crianças nessa faixa etária já está frequentando a Unidade”, afirma o secretário.
No que diz respeito a horários específicos para o atendimento em creches, Mengarda esclarece que isso depende do número de horas que o pai ou a mãe necessitam que seu filho permaneça. “Há crianças que necessitam de duas horas, outras de quatro e algumas oito ou nove”, acrescenta. Ele esclarece que o objetivo central do MEC é garantir que as crianças estejam frequentando a escola e afirma que, em Timbó, pais já estão sendo orientados sobre as novas regras.
O secretário frisa que há duas diferenças fundamentais a serem esclarecidas entre as unidades pré-escolares e as creches. “Unidades pré-escolares atendem crianças de quatro a seis anos. Atualmente, possuíamos 13 delas em funcionamento na cidade. Já as creches ou os Núcleos de Educação Infantil atendem crianças de zero até a criança completar quatro anos, sendo que atualmente possuíamos 10 em Timbó”, explica, e acrescenta que, nas creches, a demanda de profissionais é maior. “Enquanto uma unidade pré-escolar necessita de um professor para 20 crianças, em creches, como no berçário por exemplo, é preciso que haja um profissional para cuidar de cada cinco crianças”, ressalta.

Crescimento contínuo
Devido ao fato de Timbó ser uma cidade em expansão – o que a torna muito procurada – há a necessidade contínua e crescente de sempre estar criando novas vagas nas instituições de ensino. “No momento conseguimos dar conta da demanda de crianças que frequentam a creche, mas é preciso estar ampliando e construindo novas sedes”, comenta. Atuando há 25 anos na área de educação, Mengarda diz que é preciso reconhecer o avanço em meio aos problemas existentes.
“O piso nacional do magistério, que foi implantando e aprovado em 2008, gira em torno de R$ 1.600,00 para 40 horas semanais. Outra grande luta que estava sempre sendo trava é a questão do plano nacional da educação. Com a implantação do plano nacional de educação, inicialmente serão investidos 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e, a partir do quinto ano, a porcentagem sobe para 10%, que é a grande bandeira da educação para que seja possível estar desenvolvendo ainda mais essa área”, ressalta o secretário, concluindo que é preciso ter coragem para enfrentar e superar os novos desafios que aparecem, afinal, segundo ele, com medo não se pode ocupar esse espaço. Para conferir a entrevista do secretário na íntegra, acesse o site http://www.jmv.tv.br.

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