sábado, 28 de março de 2026
29.4 C
Timbó
sábado, 28 de março de 2026

El niño deve continuar influenciando chuvas no país

Data:

El niño deve continuar influenciando chuvas no país
Com aumento do nível nos reservatórios das usinas hidrelétricas, conta de luz deve reduzir nos pr …

Bruna Laline Ramos/JMV

 


TIMBÓ – A previsão do tempo, elaborada para os três primeiros meses de 2016, indica aumento das chuvas para Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, sul do Mato Grosso do Sul e extremo sul de São Paulo. No Sul do país, pode chover de 20 a 45% acima da média, segundo dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).
Já nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, nos meses de janeiro, fevereiro e março deve chover de 20 a 50% abaixo da faixa normal. As demais áreas do país devem registrar chuvas dentro da média para o período. 
Segundo o CPTEC, “é importante mencionar que a maioria dos modelos numéricos avaliados reproduziu a atual condição de El Niño, principalmente no que se refere aos resultados da previsão de anomalia de precipitação sobre a América do Sul”.
Além disso, ainda para o primeiro trimestre de 2016, a previsão do tempo indica maior probabilidade de temperaturas acima da média em quase todo o país. Para a região Sul, as temperaturas podem ficar acima dos valores normais. 

 

Se continuar a chover, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas vai aumentar e, se quando há falta de água a conta de luz aumenta, quando há água suficiente nos reservatório a tendência é que o valor da energia reduza. Segundo o jornal Folha de São Paulo, a partir de fevereiro a conta de luz começa a cair e a projeção de preços para 2016 indica redução de até 10%.
 De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a energia começa a ficar mais barata já neste segundo mês do ano, porque poderão ser desligadas as usinas termoelétricas, as quais têm a energia mais cara e, como consequência, a cor da bandeira tarifária (encargo adicional que encarece a conta de luz) poderá mudar de vermelha para verde, anulando o encargo adicional que hoje é cobrado.
Atualmente a bandeira é vermelha, o que indica ser cobrado R$ 45,00 por MW/h, o que ocasionou o aumento da energia nos últimos meses, devido essa arrecadação extra ser destinada ao pagamento das termoelétricas. 
Isso ajudou a encarecer a conta de luz que, de um modo geral, subiu 51,3%, nos 12 meses encerrados em novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Últimas Notícias

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

error: Conteúdo protegido de cópia.