Problemas no Terminal já estão sendo sanados
Secretaria de Obras está realizando o conserto do piso que foi retirado para melhorar o sistema de …
CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV
TIMBÓ – Nas últimas semanas alguns moradores entraram em contato com a redação do JMV para reclamar da atual situação do Terminal Urbano que está localizado junto a área do Parque Central, desde o mês de fevereiro de 2012. De acordo com informações, entre os problemas destaca-se a queda de parte de um muro que divide o Terminal e a Sociedade Cultural, este que caiu no início do mês de julho, problemas na calha da estrutura do Terminal e também parte das pedras do calçamento em uma área onde circulam os veículos foram retiradas.
Em contato com o secretário de Planejamento, Trânsito e Meio Ambiente da Prefeitura de Timbó, Fabiano Martins Adriano, explica os reais problemas encontrados atualmente no Terminal Urbano. “Quando o Terminal foi para o Parque Central, o muro que divide o terminal e a Sociedade Cultural já existia há mais de 20 anos. Com a infiltração das últimas chuvas, parte dele cedeu. O problema das calhas veio com a última chuva de granizo e as pedras do calçamento foram retiradas devido ao trabalho de melhoramento do sistema de drenagem do Terminal”, relata o secretário.
Questionado sobre quais foram as medidas tomadas pela Prefeitura desde que os problemas aconteceram e foram denunciados no início de julho, o secretário afirma que o setor de Engenharia da Secretaria de Planejamento analisou o local e constatou que o conserto não seria tão simples assim, inclusive porque o muro fica em local íngreme e próximo ao rio. “Ficou definido que a Secretaria de Obras iria ser a responsável pela reconstrução da parte danificada do muro e do piso. Já as novas calhas terão de ser licitadas”, detalha ele ao adiantar que o conserto já está sendo feito pela Secretaria de Obras.
Outro ponto levantado refere-se ao valor estimado da obra, oportunidade em que Adriano explica que o setor de Engenharia da Secretaria de Planejamento fez uma estimativa orçamentária de cerca de R$ 100 mil. “É importante frisar que não se trata de um muro simples. Pelo terreno estar em declive e ficar perto do rio, é preciso fazer uma fundação muito sólida. Além disso, a parte do muro que caiu tem cerca de 30 metros lineares por três metros de altura, somando quase 100 metros quadrados de obra. Nesse valor estimado de R$ 100 mil ainda estão incluídos os custos para trocar todas as calhas de chuva e o conserto do pavimento”, destaca o secretário ao observar que para solucionar o problema como um todo é preciso ser feito o conserto das calhas de chuva e do piso, além da reconstrução de parte do muro. “Quanto a prazos, ainda não temos como dar um, pois depende de licitação e do próprio tempo. Mas será o mais breve possível. Relembrando que os trabalhos já iniciaram”, destaca.
Outra questão refere-se as obras de pavimentação da rua Ruy Barbosa, oportunidade em que se observa que já foram feitos diversos reparos no asfalto. “Recentemente fizemos reparos na rua devido a problemas na rede de água do Samae. Isso pode acontecer em qualquer lugar, até porque a rede não é nova e está sujeita a problemas. Lembrando que toda pavimentação prevê a drenagem, mas não a tubulação de água, que é de responsabilidade do Samae. Outros consertos foram necessários devido ao terreno naquela região não ter a mesma qualidade do terreno existente na rua Pomeranos, por exemplo, o que acabou provocando alguns reparos feitos pela empresa contratada, exatamente porque a obra está na garantia”, explica o secretário ao informar que a pavimentação foi realizada em 550 metros lineares, sendo que a obra ficou pronta em outubro do ano passado e teve um custo de R$ 547,4 mil.





