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Vale Europeu oferece gastronomia típica italiana em meio a belíssimas paisagens

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Vale Europeu oferece gastronomia típica italiana em meio a belíssimas paisagens
Os municípios de Apiúna, Ascurra e Rodeio revelam em toda sua simplicidade a riqueza da cultura it …

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

Foto: DIVULGAÇÃO

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV
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TIMBÓ – Com a chegada do verão e juntamente o período de férias, em especial das escolas e universidades, as famílias procuram por lugares próximos e em meio a natureza para curtir momentos agradáveis e de lazer, apreciar a arquitetura, gastronomia e costumes locais. A cultura italiana é muito expressiva na região do Vale Europeu, em especial nos municípios de Apiúna, Ascurra e Rodeio, que revelam em toda sua simplicidade a riqueza da cultura italiana, em especial às originárias de Trento.
Os três municípios oferecem aos visitantes e turistas uma atmosfera alegre com recantos onde podem ser degustados bons vinhos, visitar parreirais em meio a paisagens belíssimas de vales e montanhas, apreciar uma excelente gastronomia e se divertir ao conviver com os anfitriões dessa região.
De acordo com Rita Ciquella, uma das pessoas responsáveis em organizar roteiros turísticos no Vale Europeu explica que os municípios de Apiúna, Ascurra e Rodeio oferecem algumas opções de passeios para os visitantes, como atividades contemplativas e de aventura com diferentes níveis de dificuldade, caminhada leve ao Sítio das Andorinhas pelas águas rasas do leito do rio integrado com a Mata Atlântica, parece um lugar sagrado dos povos antigos, pois no final do Vale, existe uma abertura em forma de porta de Catedral com uma cachoeira interna e um pequeno lago. “Já quem gosta um pouco mais de adrenalina, pode optar por fazer o trekking de nível médio no Morro da Cruz e apreciar uma paisagem de tirar o fôlego. Os amantes da água não resistirão ao rafting no rio Itajaí-Açú”, observa ela.
 

Rafting Seção
Morro da Cruz
Rita explica que o Rafting Seção Morro da Cruz é ideal para quem nunca praticou esta atividade. O rio Itajaí-Açú oferece várias corredeiras com classes dois e três no início deste passeio e, no final, quando os remadores já estão mais afinados com os comandos do guia e com as técnicas de remada, as corredeiras podem chegar à classe cinco, dependendo do nível de água no rio. “Este trecho possui aproximadamente 7,5 quilômetros com várias corredeiras de classe dois, três e quatro, intercaladas por partes calmas. Corredeiras como o Caldeirão ou a Queda Livre, a Mayumi e a Fotografia são responsáveis pela emoção no início do passeio”, observa a organizadora ao destacar que no meio do percurso, uma pausa para um mergulho de uma pedra a cinco metros de altura e para tomar um banho delicioso. Depois, vêm as emoções das corredeiras mais radicais. O contorno do Morro da Cruz forma um cânion com uma paisagem espetacular e com as melhores corredeiras do percurso. Esta corredeira possui três mil metros de extensão e apresenta várias passagens de classe três e quatro e podem chegar à cinco se o rio estiver com bastante água. “As corredeiras Paquera, Pauleira, com o Salto do S e a vai e volta, e no final as criancinhas fazem a adrenalina aumentar neste trecho do rio, finalizando a aventura. Se o nível do rio Itajaí-Açú estiver muito cheio, este trecho poderá ser classificado como avançado. Neste caso, nosso rafting básico será transferido para o Ribeirão Neisse, em Apiúna, ou para o rio Hercílio, em Ibirama”, ressalta Rita.

Rapel Cachoeira do Baú
Outra atividade recomendada pela organizadora de roteiros turísticos é o Rapel Cachoeira do Baú. “A cachoeira está a mais de 20 quilômetros de distância do Centro do município de Apíuna. Esse Vale fica encravado nas montanhas, a 800 metros do nível do mar. No caminho, passamos por várias fazendas e sítios, uma paisagem que lembra as grandes chapadas do interior do Brasil. Uma caminhada de cinco minutos em campo aberto nos leva ao topo da Cachoeira do Baú, com um visual fantástico para um cânion cercado pela Mata Atlântica. O Rapel é inevitável e para lá de radical. A Cachoeira do Baú tem 35 metros de queda livre, totalmente em negativo (não há contato dos pés com a parede), muita adrenalina com toda segurança. Depois do Rapel, subimos a trilha de volta ao topo da cachoeira, o que é uma aventura à parte. Se houver tempo disponível, podemos aproveitar para curtir uma segunda descida na cachoeira”, explica Rita.

Trekking Morro da Cruz
Ela também recomenda, como uma emocionante aventura o Trekking Morro da Cruz. “Uma bela caminhada para o Morro da Cruz com 350 metros de altura. Uma trilha de dificuldade média que começa na saída do Centro de Apiúna e serpenteia a encosta do morro, cercado pela mata nativa. À medida que se vai subindo, a mata dá lugar a uma vegetação rasteira, abrindo uma visão fantástica para o cânion do rio Itajaí-Açú. No topo do morro, pode-se observar a majestosa cachoeira Santa Luzia, com seus 100 metros de altura em vários lances de quedas d’água. O visual que se tem de todo o Vale também é fantástico. A trilha de subida pode durar entre 40 minutos e uma hora, dependendo da disposição do grupo para vencer o desnível de 350 metros em uma trilha bastante íngreme em alguns pontos. A descida deve ser feita com todo o cuidado”, relata Rita.
 

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