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Indaial é umas três cidades que poderá receber campus da UFSC

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Indaial é umas três cidades que poderá receber campus da UFSC
Ascurra, Gaspar e Blumenau também estão sendo avaliados pela direção da Universidade …

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

Foto: arquivo/jmv

 CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

 
INDAIAL – Já faz algum tempo que a direção da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está em conversas com o prefeito de Indaial, Sérgio Almir dos Santos (Serginho) com o objetivo de implantar um campus no município. A Prefeitura está disposta a ajudar e também já buscou informações de áreas e terrenos dentro das necessidades que a Universidade precisa. Durante as primeiras conversas, Serginho afirmou que tem uma área disponível na cidade, que pertence ao Ministério da Agricultura e atualmente é sede da Cidasc. O local tem pouco mais de 800 mil metros quadrados e é de fácil acesso às rodovias e a Blumenau.
A direção da UFSC também cogitou a instalação de campus em outras três cidades do Médio Vale do Itajaí, entre elas Blumenau, Ascurra e Gaspar, que oferecem imóveis com área suficiente para a instalação da Universidade. Segundo Souza, a dificuldade de encontrar um prédio pronto e os altos preços dos imóveis na cidade levaram a UFSC a pesquisar áreas em municípios próximos. Ele afirma que o município de Ascurra apresenta facilidades, como dispor de um terreno com estrutura construída e espaço para ampliação. A Superintendência do Patrimônio da União em Santa Catarina informou que há áreas que pertenciam ao Ministério da Agricultura em Indaial e Gaspar que poderiam ser utilizadas.
Em matéria divulgada no Jornal de Santa Catarina, o pró-reitor adjunto de Graduação da UFSC, Rogério Luiz de Souza, afirmou que existem estudos por solicitação do Ministério da Educação (MEC) para que se defina um local na região. Segundo ele, um dos motivos para a pesquisa de áreas em outros municípios seria os preços elevados dos imóveis em Blumenau. Souza adianta que a previsão é que o local do campus seja decidido no dia 9 de julho, quando representantes da reitoria e do Ministério da Educação (Mec) se reúnem em Brasília. O projeto, elaborado por uma comissão de 17 pessoas, é baseado em estudos que apontam as demandas e o perfil socioeconômico e cultural do Médio Vale. A comissão também tem a função de acompanhar e preparar os concursos para os docentes que vão atuar no novo campus. A reportagem tentou contato com a reitoria por meio da Assessoria de Imprensa, mas até o fechamento desta edição não houve retorno das ligações.
O pró-reitor informou ainda que a orientação é de que a UFSC tem e deve fazer um estudo sobre a região, das várias possibilidades e, junto com o MEC, definir o local da aquisição do imóvel, para que as aulas possam começar em março de 2014, com disciplinas mais teóricas. 
As disciplinas que necessitam de laboratório geralmente ocorrem no segundo ou terceiro ano de curso. “No momento em que se adquire o imóvel, deve haver adequação do espaço ou construção. Mas tudo depende desta definição do local: se será adquirido um prédio, se será construído, se vai ser alugado um espaço no primeiro momento. Se o local tiver instalações adequadas, fica mais fácil, senão, fica mais difícil”, destacou ele. 
A Universidade deve implantar no Vale do Itajaí os cursos de Engenharia Têxtil, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Materiais e as licenciaturas em Química e Matemática. As informações foram publicadas no Blog da Gestão, no site da Universidade (blogdagestao.ufsc.br). O texto afirma ainda que a comissão responsável pela criação dos cursos e elaboração dos projetos pedagógicos curriculares a serem implantados no campus da UFSC no Médio Vale do Itajaí está na fase de conclusão de trabalhos. O post informa que a escolha dos cursos seguem as necessidades apresentadas pela região. Na publicação, o pró-reitor adjunto de Graduação e presidente da comissão, o professor Rogerio Luiz de Souza, diz que “essas propostas estão baseadas em um eixo prioritário que integra desenvolvimento regional, inovação, educação e interação social”. 
A previsão é de que, ao todo, sejam oferecidas 500 vagas para ingresso nos cinco cursos. O quadro de professores e funcionários deve ser preenchido no segundo semestre deste ano. São, ao todo, 51 vagas para professores e outras 20 para técnicos-administrativos em Educação. 
 

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