Indaial integra projetos de regionalização do turismo
Diversas são as atrações naturais e históricas que o município possui …
CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV
INDAIAL – As flores, o verde e os caminhos que margeiam ribeirões fazem da cidade de Indaial um conjunto de variadas atrações naturais e históricas. A forte influência colonial, pode ser vista através das inúmeras casas de estilo enxaimel, entre elas está a Sociedade de Atiradores Warnow, fundada em 1879. Deixada de herança pelos imigrantes alemães, entre os sócios da Warnow estava D. Pedro II. Outra antiga e belíssima construção da cidade é a Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, construída em estilo romântico em 1904.
Um dos lugares mais visitados em Indaial é o Vale do Encano. Com águas cristalinas, pedras e quedas, o ribeirão conta com boa infraestrutura para turistas. Sobre ele está a belíssima ponte de madeira de estilo enxaimel. A ponte dos Arcos é outra atração do município. Construída em 1926, foi a primeira ponte de concreto erguida sobre o Rio Itajaí-Açú.
Já para quem gosta de esportes e quer um pouco de lazer e contato com a natureza, uma boa dica é visitar o Parque Municipal Ribeirão das Pedras. São 708 mil metros quadrados onde se encontra pista de MotoCross, de mountain bike, de caminhada, além de uma lagoa, camping e complexo esportivo.
O diretor de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Indaial, Rogério Theiss, explica a redação do Jornal do Médio Vale que o município de Indaial está integrado aos projetos de Regionalização do Turismo do Estado de Santa Catarina, através da participação no Consórcio Intermunicipal de Turismo do Vale Europeu Catarinense (Cimvi). “Este trabalho integrado com a participação de nove municípios tem trazido bons resultados para a região, na busca por roteiros, produtos e serviços diferenciados e de qualidade”, observa o diretor ao relatar que os primeiros roteiros da região foram do Cicloturismo e dos Mochileiros (Caminhantes), “e podemos destacar o de Cicloturismo como o primeiro Roteiro Oficial da modalidade do país, que serve de exemplo e base para a implementação de outros roteiros no Estado e em todo o Brasil”, afirma Theiss.
Questionado de que forma tem-se um controle da participação da comunidade nestes roteiros, o diretor informa que tanto no de Cicloturismo como de Mochileiros existem um controle realizado pelo Consórcio através de uma cartilha pela qual o visitante segue as indicações dos trajetos e carimba o seu “passaporte (cartilha)” em cada cidade do percurso, que pode variar de 300 km para os cicloturistas ou 200 km para os caminhantes. “Este tipo de socialização das atividades atrai cada vez mais turistas que vislumbram diversas opções de lazer, cultura, gastronomia ou simplesmente descanso numa única região”, observa ele.





