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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Vigilância Sanitária trabalha no controle dos caramujos africanos

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Vigilância Sanitária trabalha no controle dos caramujos africanos
A Vigilância Sanitária de Indaial realiza um trabalho contínuo envolvendo o controle dos caramujo …

Cleiton Baumann

INDAIAL – A Vigilância Sanitária de Indaial realiza um trabalho contínuo envolvendo o controle dos caramujos africanos em propriedades situadas no bairro Estrada das Areias. Na segunda semana de janeiro, uma equipe da Vigilância Sanitária esteve no bairro, quando realizou vistorias nas residências e novamente, repassou orientações sobre o controle do caramujo.
O coordenador geral da Unidade Sanitária Dr. Heinz Schutz, Fernando Dias, comenta que a equipe da Vigilância Sanitária também deixou uma bombona na Loja de Material de Construções Indamat, para que os moradores que encontrarem e catarem os caramujos dêem o destino correto aos moluscos. “Esta bombona será recolhida e trocada semanalmente, sendo que os caramujos que ali se encontrarem serão queimados, pois está é a única forma, mais garantida e segura, de eliminá-los”, destaca o coordenador.
O trabalho de controle do caramujo africano teve início em dezembro de 2009, oportunidade em que foram visitadas cerca de 15 imóveis (residências, comércio, empresas) no bairro. Fernando destaca que para a eliminação deste molusco ser possível, é necessária a limpeza constante das áreas, onde se encontram os caramujos, em ato contínuo por vários meses, até eliminação dos ovos e filhotes. Fernando informa ainda que os profissionais da Vigilância Sanitária deixaram folhetos orientativos em todas as Unidades de Saúde da Família do município.
“A intenção é fazer o controle no início, antes de colocarem ovos e se proliferarem”, explica ele. O caramujo africano é considerado uma praga, pois é capaz de colocar até mil ovos por vez. Além disso, tem alta resistência tanto a altas temperaturas como as muito baixas. Os caramujos africanos têm potencial invasor e tendem a procurar locais amplos e sujos. “O ideal é que as pessoas coloquem luvas para recolher o molusco, pois ele pode ser transmissor de vírus de algumas doenças”, salienta.
Ele termina lembrando que os caramujos africanos provocam doenças em seres humanos e em alguns animais; contaminam o solo e a água; devastam plantações, hortas e jardins. Podem passar aos humanos o causador da angiostrongilíase abdominal, doença fatal que ataca os intestinos (perfuração e hemorragia interna) e da qual há centenas de casos registrados no país.

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