Escritor timboense lança livro
Lançamento será em forma de palestras em escolas, universidades e empresas …
CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

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TIMBÓ – O escritor que reside há alguns anos em Timbó, Branderburgo Berger Schimelfrieng está lançando o seu primeiro livro de uma série de oitos, intitulado de: Os Contra Pontos e a História que não foi Contada. Em entrevista a redação do Jornal do Médio Vale, Schimelfrieng afirma que existe a história oficial dos vencedores e, no fundo, esta deve ser uma ficção.
O escritor relata que o livro conta a história de luta e sofrimento pelo qual passou e em especial da sua esposa Nancy Ellen Katherine Manara Heinrichs, que morreu após seis anos de luta contra o câncer. “Foram nove tipos de quimioterapias e nove tipos de operações, onde retiraram várias partes do seu corpo. Desde o começo, os médicos não lhe deram mais do que um ano de vida e dois anos depois, eles desistiram dela, porque não havia mais nada para ser feito. Mesmo assim, desafiando tudo e todos, ela ainda sobreviveu quatro anos, e adotou duas filhas e me pediu para que não morresse, para que ela continuasse a viver. Caso o contrário, ela iria morrer novamente”, esses são alguns dos relatos do livro sobre a vida de sua heroína e o roteiro de um filme.
Branderburgo Berger Schimelfrieng explica que seu livro tem o objetivo didático, de conscientizar as pessoas sobre a aldeia global em que vivemos, onde somos dirigidos como se fossemos animais, em direção ao abatedouro. “Precisamos saber, qual é o nosso futuro, o que representamos e o que podemos fazer para mudar os nossos destinos. Uma coisa é certa: precisamos nos salvar, para que as músicas de Beethoven, não deixem de existir”, afirma ele.
Segundo o escritor, Os Contra Pontos – e a história que não foi contada, discorre por variados labirintos e caminhos obscuros, tentando não só expor uma extensa parte das vísceras de nossa história manipulada, pelos meios de comunicações de massa, que ditam todas as regras, que são arquitetados maquiavelicamente por poderosos interesses, econômicos e políticos, onde se destacam a indústria bélica, a indústria bancária e a indústria das doenças (farmacêutica), porém, o autor lhe apresenta uma alternativa salvadora, que é o movimento Libertário.
O livro relata histórias relacionadas ao Ataque em 11 de setembro e aos legados de pessoas famosas como: George Walker Bush; John Sidney McCain III; Barak Hussein Obama II e Abraham Lincoln; Harry Solomon Truman; Dwight David Eisenhower; John Fritzgerald Kennedy;William Jefferson Blythe III; Thomas Jefferson; Ronald Ernest Paul II; Eurico Gaspar Dutra; Juscelino Kubitschek de Oliveira; Leonel de Moura Brizola; Tancredo de Almeida Neves e Luís Inácio De Mello Da Silva.
O escritor
Branderburgo Berger Schimelfrieng é um típico cidadão do mundo, que nasceu onde o Judas perdeu as botas, em 18 de outubro de 1954, na Macaíba, próximo a serra do Tabaio, numa região chamada Taiano (em homenagem aos extintos índios Taínos), quase na fronteira do Brasil com a Venezuela (Roraima), na época em que o presidente Getúlio Vargas, havia desmembrado uma parte da Amazônia, situada no Hemisfério Norte (chamada Parima), criando o Território Federal do Rio Branco, que no ano de 1963 se tornou Roraima e na constituição de 1988, passou a Estado.
O escritor desde criança trabalhou duro na roça com as lidas da terra e do campo. Aos oito anos de idade já caçava como um adulto; tirava leite de vacas; montava cavalos brabos; flechava peixe igual aos índios Taurepãns e Uapixanas, seus únicos amigos de infância.
Aos 10 anos, o escritor conta que viu pela primeira vez um veículo motorizado (um Jeep); entrou na primeira escola aos 14 anos (era analfabeto); aos 16, ingressou no segundo grau e calçou o primeiro sapato; aos 18 anos, ingressou na universidade e a seguir na Marinha; casou aos 22 e aos 24, entrou na aviação. Ele foi comissário e engenheiro de vôo, além de comandante e instrutor de pilotos.
No decorrer da sua história, o escritor relata que sofreu várias injustiças; passou fome; foi explorado; dormiu no chão de igreja; morou em favelas, mas foi bem além dos seus sonhos. Schimelfrieng se tornou um típico Forest Gump, com um QI muito acima da média. Salvou a vida de 54 criaturas, condenadas pela pobreza; teve três filhos biológicos; adotou duas órfãs; ficou viúvo de Nancy (americana que faleceu por câncer); viveu na Europa, México, Venezuela, Austrália e Estados Unidos por 20 anos, tornando-se um cidadão estadunidense. Graduou-se em vários cursos, foi professor de História, chef, engenheiro, empresário, construtor, comandante, inspetor de armas, instrutor de pilotos, além de ter trabalhado na reserva federal, imigração e na Casa Branca.
Como nunca parou de estudar, ao se graduar em comunicação, vai voltar a cursar Medicina, para oficializar a sua condição de médico, em cirurgia plástica, com o único objetivo de salvar vidas e fazer caridade.
O escritor explica que tudo o que afirmamos ou questionamos nesse livro não tem somente o objetivo didático de esclarecer o que ainda não foi nos ensinado nas escolas, mas em particular, de fazer com que tenhamos, um maior discernimento crítico sobre tudo o que a grande mídia tenta nos impingir diariamente.




