Caso de homicídio e tentativa de homicídio será julgado neste mês
Crime que aconteceu em fevereiro de 2012 tirou a vida de Aquilino Colaço, de 47 anos …
JMV
TIMBÓ – Um caso de homicídio e tentativa de homicídio, que aconteceu na cidade de Benedito Novo, em fevereiro de 2012, será julgado dia 13 deste mês, próxima quinta-feira, no auditório da Prefeitura de Timbó. O início da sessão está marcada para às 9h e será aberta à população. Conforme informações, o caso tem dois acusados, W.A., vulgo Paraíba, e R.H., conhecido por Russo; e tem duas vítimas, Aquilino Colaço, que morreu no crime, e W.M., que ficou ferido.
Relembre o caso
Por volta das 20h30min do dia 24 de fevereiro de 2012, uma sexta-feira, a Polícia Militar de Benedito Novo recebeu informações de que haviam acontecido disparos de arma de fogo na Associação dos Servidores Municipais. Os policiais constataram que dois homens atiraram em Aquilino Colaço, de 47 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Segundo testemunhas, W.A., vulgo Paraíba, e R.H., conhecido por Russo, eram os principais suspeitos de terem cometido o crime. Os disparos foram feitos de um revólver calibre 38 e atingiram o abdômen, a cabeça e o peito de Colaço.
Conforme relatos, os disparos teriam sido efetuados por Russo, sendo que o primeiro aconteceu durante uma conversa entre a vítima e o suspeito. Em seguida, aconteceram outros dois disparos, momento em que W.M. tentou tirar a arma de Russo e acabou sendo atingido na mão. Russo e seu comparsa Paraíba fugiram do local.
Paraíba, que residia em Timbó, foi encontrado pela PM na rua Alemanha, em um Palio vermelho com placas de Blumenau. Já Russo tentou se esconder no mato, em Benedito Novo, mas foi encontrado pelos policiais quando tentava seguir para sua residência, que ficava próxima à Delegacia da cidade.
Na época, o Tenente Alexandre Kleine, de Pomerode, afirmou que Russo confessou ter disparado os tiros contra Aquilino, por ter uma rixa antiga. “A única explicação de Russo para o crime era de que ele e a vítima já vinham se ameaçando de morte e decidiu agir antes que fosse tarde, pois temia pela sua vida”, relatou o tenente Kleine à redação do Jornal do Médio Vale. Aquilino Colaço era pintor, casado, tinha dois filhos e era bastante conhecido na comunidade de Benedito Novo.