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A vez dos uniformes escolares

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A vez dos uniformes escolares
Artigo também entra no orçamento do início de ano e desafia os pais em busca de economia …

Janaina Possamai/ JMV

 

TIMBÓ – O início do ano letivo está batendo à porta e muitos pais ainda estão à procura dos uniformes escolares que acompanharão os filhos durante o ano todo. Para economizar nesta hora valem muitos truques: pagar à vista, trocar peças com outras crianças e jovens e, claro, pesquisar para encontrar os melhores preços. O microempreendedor individual Claudionei Alexandre, 37 anos, e a dona de casa Elizete Jacinto, de 32, aproveitaram a tarde de quarta-feira para comprar algumas peças do uniforme escolar dos três filhos, de 8, 10 e 13 anos. O casal conta que os pequenos estudarão em uma nova escola neste ano, por este motivo todas as peças do uniforme precisarão ser trocadas. Claudionei afirma não ter sentido um aumento no preço, porém ele e a esposa optaram por adquirir as peças em uma loja que oferece os produtos direto de fábrica. “Aqui os preços são mais em conta”. Já as peças utilizadas na antiga escola já têm destino certo. “Nos anos anteriores aproveitávamos algumas doações de pais cujo uniforme ainda estava em bom estado, mas não servia mais para os filhos, agora faremos o mesmo. Assim podemos ajudar a quem precisa”, ressalta Elizete. 
Esta “troca” de uniformes também é uma das apostas da Técnica em Segurança no Trabalho, Juliana Klug, de 34 anos. Ela conta que já doou e também adquiriu peças doadas por outros pais. Mãe de dois adolescentes, de 14 e 12 anos, possuiu ainda o hábito de reaproveitar as peças que ainda estão em bom estado. “Muitas das peças que meu filho mais velho utilizou passaram para o mais novo. Algumas não resistem de um ano para o outro, então precisam ser repostas”. Juliana conta que no ano anterior realizou uma pesquisa de preços na cidade, porém neste ano resolveu poupar tempo e voltar à mesma loja que possuía os preços mais em conta. 
Apesar de representar um gasto significativo no orçamento de início do ano de muitas famílias, Claudionei, Elizete e Juliana concordam com a exigência da escola de que as crianças estejam uniformizadas. “Isto evita discriminações, estão todos iguais, não há modinhas. Além disso, trata-se de uma questão de segurança, se a criança estiver na rua durante o horário de aula, alguém vai identificar e ligar para a escola”, argumentam.

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