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sexta-feira, 19 de julho de 2024

Índice de Confiança do Consumidor fica estável em setembro

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Índice de Confiança do Consumidor fica estável em setembro
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas, ficou …

Cleiton Baumann

RIO DE JANEIRO (Agência Brasil) – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas, ficou estável em setembro, mantendo os 111,0 pontos registrados um mês antes. De acordo com levantamento, o resultado “confirma a acomodação do ICC no patamar alcançado em julho, após cinco meses consecutivos de avanço, entre março e aquele mês”.
O documento destaca que o indicador se mantém próximo dos 112,2 pontos registrados no mesmo período de 2008. Além disso, supera a média histórica de 107,1 pontos. A avaliação da FGV é que esse panorama “retrata um consumidor moderadamente otimista em relação aos rumos da economia brasileira no curto prazo”. O índice que reflete a opinião dos consumidores brasileiros sobre a situação atual subiu de 114,0 para 114,5 pontos. Já o índice de expectativas caiu de 109,4 para 109,1 pontos.
A pesquisa mostra que a situação financeira familiar foi considerada boa por 19,1% dos consumidores. Em agosto, a proporção havia sido de 18,6%. Já os que a avaliaram como ruim em setembro representam 13,5% do total, ante o índice de 13,7% verificado um mês antes. O resultado é o mais favorável desde outubro de 2008, após o início da crise financeira internacional. Na época, os percentuais haviam sido, respectivamente, 20,5% e 13,7%.
De acordo com o levantamento, no entanto, os brasileiros estão cautelosos em relação à continuidade dessa recuperação nos próximos seis meses. Entre agosto e setembro, a proporção de consumidores que preveem melhora da situação financeira familiar diminuiu de 33,0% para 31,7% e a parcela dos que projetam piora aumentou de 4,3% para 4,6%.
O Índice de Confiança do Consumidor é medido com base na Sondagem de Expectativas do Consumidor, que é feita em mais de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras. Para realizar a análise, foram coletados dados entre os dias 31 de agosto e 18 de setembro.
 

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