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Running Back ou coach?

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Running Back ou coach?
Clair José do T-Rex responde …

BY PILO

Foto: FOTOS/BY PILO/JMV

TIMBÓ – Um dos maiores ídolos do Timbó Rex, o Running Back Clair José (CJ), vem gradativamente encaminhando a sua vitoriosa carreira de atleta  rumo ao comando técnico (coach) de uma equipe de futebol americano. 
No T-Rex  desde 2013, o jogador já vem a algum tempo trabalhando nas categorias de base do clube timboense, onde tem obtido excelentes resultados.  
Mas parar de jogar para seguir como técnico de uma equipe adulta neste momento ainda não é o objetivo imediato do craque da bola oval. Clair José concedeu uma entrevista ao site oficial do T-Rex (www.gorex.com.br), a qual o JMV – Esportes  como parceiro do clube reproduz na íntegra. Confira. 

 

O que é mais difícil, ser coach ou atleta?
CJ – Resposta difícil. Os dois possuem suas dificuldades, porém ser coach é mais difícil. Você sempre está aprendendo e ensinando ao mesmo tempo, além de ser necessário estar atualizado e em busca de aprimoramentos para organizar e liderar determinado setor ou equipe. Ser atleta é receber as informações do coach, organizá-las em sua mente e executar da melhor maneira possível.
 
Você consegue descrever sua vida em uma frase? Quem é Clair José?
CJ – Lutador insistente. Já caiu, levantou e sempre continuou acreditando. Ser imbatível na vida é continuar acreditando que o que você sonhou, vai acontecer em algum momento.
 
Conte um pouco de suas experiências vividas no meio do Futebol Americano por onde passou?
CJ – Jogo futebol americano desde 2006, após o convite de um amigo. Iniciei na equipe do Tubarão Predadores (2006 – 2011), depois no Jaraguá Breakers (2011 – 2012) e estou desde 2013 na equipe do T-Rex. Tive grandes experiências neste esporte, uma das que me faz querer sempre dar o meu melhor é do período de 2006 até 2011 quando jogava na equipe do Tubarão Predadores onde, nesse período, marcava touchdowns mas nunca tinha tido o sabor de uma vitória. Lembro também da primeira vitória com a equipe do Breakers (onde conheci Igor Nardini, Everton Gnewuch, Tiago Dalcanale e Andre Bertling) sobre a equipe do extinto Curitiba Predadores. Tive a oportunidade de ser coordenador ofensivo do projeto sub19 e sub23 da FCFA e que espero um dia poder fazer parte disso novamente. Não posso deixar de lembrar também as vitórias que tive como treinador da categoria de base (U-19) junto com os outros treinadores (obrigado!) e a criação da equipe feminina, as REDS, primeira equipe de Flag football feminino de Santa Catarina. De atleta para a construção de um treinador, foi isso que sempre pensei, crescer com o esporte no Brasil e, graças a estrutura que o Rex disponibiliza, estou cada vez mais perto disso, podendo ter a chance de crescer, de poder estudar e conquistar vitórias nas minhas lutas pessoais.
Como está sendo a experiência de treinar a base do T-Rex?
CJ – Gratificante. É de muita responsabilidade liderar 40 garotos. Planejar e poder preparar cada treino, sempre se preocupando com desempenhos individuais e coletivos para o sucesso desses garotos dentro das quatro linhas e fora delas. Ser treinador é estar sempre atento aos detalhes do projeto, e é uma experiência que jamais vou esquecer e quero vivenciar por muito tempo. O esporte, o futebol americano, não deve ser visto apenas como meio de sucesso nos gramados, ou vitórias em jogos. Cada treinador deve saber direcionar e moldar o caráter dos seus atletas para que sejam grandes pessoas para seus amigos, para seus familiares e para a vida. Essa experiência está sendo de grande valia para mim. Todos os treinadores que fazem parte disso, são de suma importância na vida de cada garoto, e cada detalhe importa muito neste projeto.
 
Quais são seus planos para o futuro como treinador?
CJ – Tenho planos grandes, mas estou sendo paciente. Pretendo continuar aprendendo como coordenador da posição que joguei por 10 anos (Running Back), depois aprender a ser coordenador ofensivo (tenho feito isso na categoria de base) e,  na sequência, estudar muito todas as posições que constroem esse jogo maravilhoso chamado futebol americano, criando assim a possibilidade de também ser auxiliar de um coordenador defensivo, para um dia pensar em poder assumir a responsabilidade de liderar uma equipe. Pretendo também continuar aprendendo muito sobre o flag feminino para continuar liderando junto com o treinador Barbosa e ao treinador Roberson das Reds. É um projeto que estamos estruturando e que vai ser grandioso. Deixo claro que como treinador, meus objetivos não são somente vitórias, mas que eu possa contribuir para a criação de pessoas melhores em suas vidas. 

 

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