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Dia Mundial de Combate à Aids

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Dia Mundial de Combate à Aids
Municípios do Estado realizam ações de conscientização e prevenção em relação à doença …

Clarice Graupe Daronco / JMV

 

TIMBÓ – O Dia Mundial de Combate à Aids, comemorado em 1º de dezembro será celebrado em diversos municípios do Estado, com ações relacionadas à conscientização e prevenção da doença. Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde, as atividades programadas terão como focos o incentivo ao uso de preservativo e a conscientização da população em relação às formas de prevenção ao HIV/Aids e a importância do diagnóstico precoce e do tratamento. 
Para marcar a data, acontece no dia 2 de dezembro, das 8h às 16h45min, na sede da Associação Empresarial de Indaial, o Seminário HIV/AIDS Hepatites Virais e Sífilis. O evento é uma realização da Secretaria da Saúde do município, que também oferecerá testagem rápida para HIV, Sífilis e Hepatites B e C, no dia 3 de dezembro, das 8 às 17h, na Unidade de Saúde Doutor Heinz Schutz, no Centro.
Já na Secretaria de Estado da Saúde iniciou ontem e segue durante o dia de hoje, em Florianópolis, o Seminário de Boas Práticas para Ampliar a Adesão ao Tratamento de Pessoas Vivendo com HIV/Aids, ministrado pela Gerência de DST/Aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC). O evento está reunindo profissionais de Saúde atuantes nos Serviços Especializados e nos Centros de Testagem e Aconselhamento de Santa Catarina. Estão em debate temas como panorama epidemiológico, prevenção combinada, o papel do profissional de Saúde na corresponsabilidade da adesão ao tratamento e a atuação das Organizações Não Governamentais. O evento também contará com o relato de experiências e a apresentação de práticas exitosas. 
Em Florianópolis, também no dia 1º de dezembro, a equipe da Vigilância Epidemiológica estará no largo em frente ao Terminal de Integração do Centro (Ticen), das 7 às 17h, realizando abordagem da população para o esclarecimento de dúvidas e distribuição de materiais informativos e de preservativos. Além da Capital, diversos municípios desenvolverão ações alusivas à data. 

Saiba Mais

No Brasil, os primeiros casos de Aids foram identificados no início da década de 1980, sendo inicialmente registrados predominantemente entre homossexuais adultos, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos. Na maioria dos casos a evolução da doença levava à morte em pouco tempo.
Em Santa Catarina, no início da epidemia nos anos 1980, a maioria dos casos diagnosticados e notificados eram da categoria de exposição Usuários de Drogas Injetáveis (UDI). Em 1988, 64% dos casos ocorriam em UDI e 33% eram por transmissão sexual. A partir de 1995, este cenário começou a mudar, com o predomínio da transmissão sexual. Em 2011, 6% dos casos eram em UDI, e 91% por transmissão sexual.
Segundo dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive): no Ranking Nacional – Taxa de detecção casos/100 mil habitantes em 2013 no 1º lugar estava o Rio Grande do Sul com 41,3%; seguido pelo Amazonas com 37,4% e Santa Catarina estava em 3º lugar com 32,2% de casos. Em 1984 Santa Catarina tinha um caso de Aids; em 1990 subiu para 203; em 1995 foram 869 casos; em 2000 o total foi para 1.609; em 2005 era de 1.551; 2010 o total de casos foi de 2.026; em 2014 foram 2.696 e em 2015 foram registrados 2.664.

Dos casos notificados em 2015, de Aids, de acordo com a faixa etária são os seguintes: de 15 a 24 anos: 18%; de 25 a 34 anos: 29%; de 35 a 44 anos: 25%; de 45 a 54 anos: 18%; de 55 a 64 anos: 7% e de 65 e mais anos: 3%. Em Santa Catarina, de 1986 a 2015, foram registradas 11.426 mortes em função da doença.

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