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quarta-feira, 24 de abril de 2024

Risco de deslizamento interdita bondinho do Cristo, no Rio de Janeiro

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Risco de deslizamento interdita bondinho do Cristo, no Rio de Janeiro
A Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro interditou o trem turístico do morro do Corcovado, o bon …

RIO DE JANEIRO – A Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro interditou o trem turístico do morro do Corcovado, o bondinho que leva à estátua do Cristo Redentor, por risco de deslizamento. Ontem, dia 12 de abril, técnicos fizeram uma nova avaliação para verificar se o trem voltará a operar ou vai permanecer interditado. As chuvas registradas na semana passada já mataram 229 pessoas no Estado do Rio de Janeiro, de acordo com o balanço atualizado pelo Corpo de Bombeiros.
Niterói lidera a lista das cidades com maior número de vítimas fatais, com 146 mortes, seguida pelo Rio de Janeiro, com 63. A remoção de moradores de áreas de risco no Rio de Janeiro teve início também no dia 12 de abril. O trabalho começou no Morro do Urubu, em Pilares, na zona norte da cidade, onde inicialmente foram usadas picaretas para demolir as casas e, depois, retroescavadeiras. Um caminhão da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) ajuda na mudança dos moradores.
Três pontos foram afetados pelo temporal no Complexo dos Urubus. Em um deles, no topo da Vila dos Mineiros, três casas vieram abaixo. Não houve feridos nem mortos na comunidade. Duas creches estão interditadas, por medida de segurança. O Parque Colúmbia, também na zona norte, será monitorado a partir desta tarde, mas ainda não há estimativa de quantas pessoas serão atendidas na comunidade.
Segundo o subprefeito André Santos, que monitora a zona norte da cidade, 250 famílias serão realocadas no Complexo do Urubu. A prefeitura está encaminhando os moradores para o Clube Centro Comercial e Indústria de Pilares, onde há 30 famílias abrigadas. O restante está em casas de amigos e parentes. De acordo com Santos, até o final da semana o cheque do aluguel social estará disponível, no valor de R$ 400 mensais. A previsão é de que o auxílio seja pago por um período de três meses a um ano. Depois, os moradores serão realocados nos apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, em Realengo, na zona norte do Rio.

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