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Ex-prefeito cobra projeto de tratamento de esgotos em Timbó

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Ex-prefeito cobra projeto de tratamento de esgotos em Timbó
O ex-prefeito e atual presidente do PMDB local, Oscar Schneider (2005/2008), manifestou sua preocupa …

Evandro Loes

O ex-prefeito e atual presidente do PMDB local, Oscar Schneider (2005/2008), manifestou sua preocupação, esta semana, em visita ao JMV, sobre a não previsão do sistema de tratamento de esgotos nos projetos de pavimentação de ruas que estão sendo anunciados. Schneider disse que já se passaram quase nove anos desde que deixou a Prefeitura e o assunto, que foi muito debatido na sua época, parece ter ficado no esquecimento. Ele disse ter deixado projetos de engenharia e executivo, que haviam sido considerados pelo então presidente do Samae, Waldir Girardi, ainda na gestão Laércio Schuster Junior.
Oscar reconhece que o município não dispõe de recursos para executar sozinho o projeto, por isso sugere que a administração municipal busque fontes de financiamento junto às esferas Estadual e Federal, seguindo o exemplo de cidades próximas, como Indaial, Doutor Pedrinho, Blumenau, Jaraguá do Sul, Joinville, São Bento do Sul e Rio Negrinho, entre outras, que estão com o sistema bem adiantado. Na avaliação de Schneider, o tratamento de esgotos tem grande impacto na qualidade de vida da população, além de contribuir para o equilíbrio do meio ambiente.
Lembrando sua gestão, Oscar disse que na época recebeu várias notificações do Ministério Público, cobrando um  Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da Prefeitura, com a previsão de um cronograma de execução do sistema. “Fizemos os projetos de engenharia e executivo, encaminhamos a Brasília para obter recursos federais, mas a burocracia governamental amarrou o projeto e até o final de minha gestão”, ressaltou Oscar, acrescentando que os projetos foram considerados na gestão seguinte, mas se passaram dois mandatos até hoje tudo ficou apenas no papel.
Em relação aos projetos de pavimentação, Oscar disse que a partir da definição do projeto, sua gestão passou a prever a canalização de esgotos, citando como exemplos as ruas Oscar Piske, Inglaterra e outras. “Adquirimos um terreno, no beco Rio Grande, no bairro dos Estados, para a implantação de uma estação de tratamento”, disse.  Na sua avaliação, ao não prever o tratamento de esgotos nas novas ruas a serem pavimentadas, haverá um custo adicional ao município no futuro, devido a necessidade de implantação da tubulação. “Uma vez definido o projeto, tem que seguir o plano nas novas pavimentações”, sugeriu. Oscar reconhece que o sistema não será executado em um só mandato, mas “é preciso dar início à sua execução, como ocorreu em Indaial, onde diferentes governos deram sequência”, concluiu.

 

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