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segunda-feira, 22 de abril de 2024

Acidi busca alternativas para a segurança do indaialense

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Acidi busca alternativas para a segurança do indaialense
SEGURANÇA: Projeto do Centro de Informação de Timbó, criado pela PM, busca tirar as pessoa …

Cleiton Baumann

CLARICE DARONCO/JMV

INDAIAL – Preocupados com a segurança dos cidadãos indaialenses, em especial, devido aos números elevados de ocorrências policiais registradas nos últimos cinco meses no município, a Associação Industrial de Indaial – Acidi realizou uma reunião com a participação da Polícia Militar de Timbó. O evento, realizado no dia 30 de junho, na Sociedade Recreativa de Indaial, buscou apresentar aos associados da Acidi, poder Executivo e imprensa local, o projeto denominado “Centro de Informações de Timbó – Ceinti”, que vem sendo trabalhado pela Polícia Militar em Timbó.
Na oportunidade o comandante da 2ª Companhia de Polícia Militar de Timbó, major Edmilson Sagaz, o cabo Carlos Rosa, e a presidente da Câmara da Mulher Empresária, Marliese Pollmann Scoz, que foram os convidados especiais da reunião da Acidi, apresentaram detalhes do trabalho da Central de Informações. O cabo Rosa, que é um policial militar aposentando e foi recontratado para trabalhar especialmente neste projeto, disse que se trata de um projeto piloto que conta com o apoio do Comando Geral e poderá se transformar numa ferramenta de abrangência estadual.
O projeto, que está sendo desenvolvido em Timbó, visa cadastrar, neste primeiro momento, todos os moradores de casas de aluguel e pensões da cidade. Rosa também explicou o funcionamento do projeto, seu custo, as entidades parceiras, como são feitas as abordagens e os resultados obtidos até o momento. “Este cadastro terá também informações oriundas de outros bancos de dados como da Secretaria de Segurança do Estado e comarcas judiciais de todo o Brasil”, explica. Em vigor desde julho do ano passado, quase 300 pessoas estão cadastradas, deste total, 35% tinham pendências com a Justiça e até ligação com organizações criminosas.
Segundo o major Sagaz o objetivo da polícia é estancar a criminalidade e identificar foragidos da Justiça. “Temos a informação de que 80% dos homicídios e assaltos no município são cometidos por pessoas vindas de outras cidades”, observa o major ao frisar que o cadastramento não é uma forma de monitorar a vida destas pessoas. “A intenção é mostrar que ela terá assistência. Uma pessoa desamparada é mais suscetível a entrar na criminalidade”, explica Sagaz. Após a apresentação do projeto, os presentes realizaram diversos questionamentos, todos respondidos pelo cabo Rosa e pelo major Sagaz.

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