Timbó é sede de Seminário da Força Sindical
Sindicalistas catarinenses recebem informações sobre a polêmica Reforma Trabalhista e Previdenci? …
Clarice Graupe Daronco / JMV
TIMBÓ – O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Timbó e Região (Stimmmet) foi sede do Seminário da Força Sindical de Santa Catarina. O evento, que foi promovido pela Força Sindical de Santa Catarina (SC) e que aconteceu na semana passada em Timbó, contou com a presença de representantes dos sindicatos de todo o estado filiados à central estadual que tiveram a oportunidade de antemão obter conhecimento sobre as mudanças na prestação de contas, com a primeira palestra da contabilidade Klein, sobre orientações contábeis e também sobre a reforma trabalhista e previdenciária, através do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e do seu assessor, Victor Pagani.
A abertura do Seminário contou com a participação do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Timbó, que foi o anfitrião do evento, Alfeu José Anastacio, do presidente da Força SC, Osvaldo Olavio Mafra, da presidente do Sindicato dos Aposentados, Maria Roseli Beuting, do presidente da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de SC, Ewaldo Gramkow e do tesoureiro da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação, Leocir Deon.
No decorrer do evento, os sindicalistas tiveram a oportunidade de se inteirar da polêmica Reforma Trabalhista e Previdenciária, através do Dieese. “A Reforma nada mais é que retirar os direitos dos trabalhadores, abrir caminho para a terceirização e um maior rigor sobre greves dos servidores e o fim dos acordos coletivos”, denunciou Vitor Pagani, do Dieese.
Após as palestras e debates, os diretores sindicais da Força Sindical SC, foram unânimes em afirmar que o ano de 2017 promete ser ainda mais difícil que o de 2016, quando em pleno dezembro: “vivemos tempos tenebrosos para os trabalhadores”.
O presidente da Força SC, Osvaldo Mafra, lamentou a real situação e prevê que 2017 será de ainda mais luta. “Sem dúvida nenhuma estamos diante de muitos desafios, uns maiores que os outros, mas todos são para retirar direito dos trabalhadores”, lamentou. “Teremos que nos orientar e estar atentos a projetos que querem acabar com os nossos direitos já conquistados”.
O presidente do Stimmmet, Alfeu Anastácio, revelou que independente da categoria, todos os trabalhadores serão afetados e é preciso a união das categorias para brigar por melhorias e dar um basta ao governo que quer punir os trabalhadores com a retiradas de direitos.



