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domingo, 21 de julho de 2024

Timbó tem como meta vacinar 12 mil pessoas contra a gripe

Data:

Nas últimas semanas, os casos de infecções respiratórias têm aumentado rapidamente em todo o país, especialmente os casos de influenza (gripe), conforme indicado pelos dados do Ministério da Saúde. Como resposta a esse cenário, o Ministério decidiu adiantar a campanha nacional de vacinação contra a gripe, que tradicionalmente ocorre entre os meses de abril e maio em todo o Brasil.

Este ano, a campanha teve início em 25 de março. A estimativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas. Como em anos anteriores, a vacinação será prioritariamente para grupos específicos da população. Em Santa Catarina, esse grupo prioritário abrange cerca de 3.023.725 pessoas. Em Timbó, aproximadamente 12 mil indivíduos fazem parte dos grupos prioritários, que incluem crianças menores de seis anos, gestantes, puérperas e idosos com 60 anos ou mais. A meta é imunizar pelo menos 90% dessa população até 31 de maio. As vacinas estarão disponíveis em todas as unidades de Saúde, das 7h30min às 12h e das 13h às 16h30min. É necessário apresentar documento de identidade e carteira de vacinação.

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Já o “Dia D”, um sábado dedicado à mobilização estadual para vacinação, está programado para a data de 13 de abril. Nesse dia, todas as unidades de Saúde dos municípios estarão abertas das 8 às 17h, sem fechar para o almoço, para administrar as vacinas.
A gerente de doenças infecciosas agudas e imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Arieli Schiessl Fialho, destaca a importância fundamental da vacina na prevenção de casos graves, hospitalizações e mortes relacionadas à gripe. “As pessoas pertencentes aos grupos prioritários são mais vulneráveis e suscetíveis a desenvolver casos graves da doença se infectadas pelo vírus influenza. Por isso, é extremamente importante que essa população busque a imunização em uma Unidade de Saúde”, esclarece.

A vacina contra a gripe oferecida na rede pública de saúde é a trivalente, protegendo contra os principais vírus influenza em circulação no Brasil: influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e vírus influenza B. A Secretaria de Estado da Saúde enfatiza que a vacina não causa gripe e pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Crianças que recebem a vacina pela primeira vez devem tomar duas doses, com um intervalo de 30 dias.

Os grupos prioritários
para a vacinação são:

*Crianças de seis meses a menores de
seis anos (cinco anos, 11 meses e 29 dias);
*Trabalhadores da Saúde;
*Gestantes e puérperas (mães até 45
dias após o parto);
*Professores do ensino básico e superior;
*Povos indígenas e quilombolas;
*Idosos com 60 anos ou mais;
*Pessoas em situação de rua;
*Profissionais das Forças de Segurança e
Salvamento;
*Profissionais das Forças Armadas;
*Pessoas com doenças crônicas não
transmissíveis e outras condições clínicas
especiais, independentemente da idade;
*Pessoas com deficiência permanente;
*Caminhoneiros;
*Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário
para passageiros urbanos e de longo curso;
*Trabalhadores portuários;
*População privada de liberdade e funcionários
do sistema de privação de liberdade, adolescentes
e jovens de 12 a 21 anos de idade sob
medidas socioeducativas.

Casos de gripe em
Santa Catarina:

Até o dia 9 de março, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Dive, foram confirmadas 95 hospitalizações por gripe (influenza) no estado de Santa Catarina. Os idosos com 60 anos ou mais foram os mais afetados, representando 51% dessas hospitalizações. Sete óbitos foram registrados, sendo a maioria também idosos com mais de 60 anos (85%), um grupo prioritário na campanha de vacinação contra a gripe.

Mobilização contra o tétano:

Simultaneamente à Campanha de Vacinação contra a gripe, haverá uma intensificação da vacinação contra o tétano e a difteria em Santa Catarina. O objetivo é aproveitar a ida da população às unidades de Saúde para atualizar a caderneta de vacinação também contra essas doenças. A vacina contra o tétano é indicada em um esquema de três doses, com um reforço a cada 10 anos, para crianças, adolescentes e adultos a partir dos 10 anos de idade. Grávidas também devem ser vacinadas a cada nova gestação. População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas também devem receber a vacinação.

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